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Após acordo com governo do RN, cooperativa de anestesistas retoma cirurgias eletivas em Natal

Sesap ofereceu proposta de parcelamento, que foi aceita, segundo Coopanest.

Após acordo com governo do RN, cooperativa de anestesistas retoma cirurgias eletivas em Natal
Créditos: As fotos e vídeos contidos nesta matéria é de inteira e total responsabilidade de Breno Esaki/Agência Saúde
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A Cooperativa dos Médicos Anestesistas do RN (Coopanest-RN) e a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) acertaram nesta quinta-feira (19) um acordo para o pagamento dos honorários dos médicos que estavam atrasados.

Com isso, as cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Natal, que estavam suspensas desde segunda-feira (16), vão retornar nesta sexta-feira (20). O acordo foi confirmado pela cooperativa ao G1.

O contrato em questão também envolve a Secretaria de Saúde de Natal (SMS). De acordo com a Coopnest, a pasta também ofereceu nesta semana um acordo pelos atrasados desde 2020 e teve a proposta aceita. Procurada pelo G1, a SMS não se manifestou.

O contrato é para a realização de cirurgias eletivas pelo SUS na capital potiguar - 60% dele é financiado pelo governo do RN, já que o município também recebe pacientes do interior, e outros 40% pela prefeitura de Natal.

Segundo o diretor técnico da Coopnest, o médico Madson Vidal, cerca de 2 mil pessoas fazem cirurgias eletivas mensalmente. O contrato é válido para procedimentos em hospitais como o do Coração, Rio Grande, Liga, Incor, Varela Santiago e Memorial.

"Todas as cirurgias de média e alta complexidade pelo SUS passam por esses profissionais. São cirurgias cardíacas, ortopédicas, oncológicas...que não podem ser postergadas", explicou o médico.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que apresentou a proposta de acordo e disse que o mês de maio foi pago nesta quinta-feira (19). A Sesap informou também que existe um Termo de Cooperação Técnico Financeiro (TCTF) firmado em conjunto com a secretaria municipal

De acordo com a cooperativa, a dívida da Sesap dura desde janeiro e o acordo oferecido pela pasta foi de fazer o pagamento de janeiro a abril parcelado em 14 vezes, o que foi aceito. Junho e julho serão acrescidos nos pagamentos dos meses seguintes.

O diretor técnico diz que o mais importante é que haja regularidade, já que o contrato precisou ser suspenso porque muitos profissionais trabalharam sem receber os honorários praticamente durante todo ano de 2021.

"É fundamental que haja a regularidade com os pagamentos para que haja continuidade desse serviço. Que se consiga pagar integralmente os meses para que não haja prejuízo", falou Madson.

Aviso: Esse conteúdo não reflete a opinião do nosso portal e a sua fonte é g1.globo.com/rn
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