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Sexta, 16 de abril de 2021
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Estado

Após decreto, Igreja Católica suspende missas no Rio Grande do Norte

Bispos determinam transmissão de celebrações pela internet e autorizam equipes com até cinco pessoas dentro dos templos.

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Os bispos da Igreja Católica no Rio Grande do Norte suspenderam as celebrações de missas no estado e definiram orientações às paróquias, após publicação de decreto do governo do estado que prevê suspensão de atividades religiosas, entre outras medidas, para conter o aumento de casos da Covid-19. A decisão vale entre os dias 1º e 10 de março.

Em nota, os líderes religiosos afirmaram que foram contatados pelo governo nesta sexta-feira (26), compreendem a gravidade do momento e tomaram a decisão "em espírito de recíproca cooperação e corresponsabilidade".

"Tendo em conta a vida como bem maior a ser preservado, achamos por bem acatar o disposto no decreto estadual nº 30.383, de 26 de fevereiro de 2021", informaram em nota. Veja as medidas anunciadas pela igreja:

Ficam suspensas as celebrações (missas e outras), com a participação presencial dos fiéis, de 1º a 10 de março
As missas serão celebradas nas catedrais e matrizes, de portas fechadas, com a restrita participação de uma equipe celebrativa de apoio, composta por, no máximo, cinco pessoas;
As celebrações serão transmitidas através das plataformas digitais de comunicação da própria paróquia
As igrejas serão mantidas abertas em seus regulares horários de funcionamento para os momentos de orações pessoais dos fiéis, obedecendo protocolos sanitários e de biossegurança
Ficam mantidos os atendimentos individualizados aos fiéis, por parte dos sacerdotes, bem como secretarias paroquiais

"Por fim, recomendamos a todos os fiéis católicos, muito especialmente aos padres dos nossos cleros, que se mantenham atentos às realidades e necessidades que afloram mais nitidamente nesses momentos de maiores restrições. Tudo isso traz implicações – inclusive econômicas e sociais – sobre a vida das pessoas. Isto nos faz pensar nos mais pobres e nos que dependem das atividades informais", afirmaram os bispos, na nota.

"Lembremo-nos da exigência da partilha como compromisso inerente à nossa condição de cristãos. Gastemos tempo e não poupemos esforços para promover iniciativas e campanhas que sirvam de sinal e alento para quem mais precisa", diz ainda, a nota.

Aviso: Esse conteúdo não reflete a opinião do nosso portal e a sua fonte é g1.globo.com/rn

Créditos: As fotos e vídeos contidos nesta matéria é de inteira e total responsabilidade de Alex Regis/PMN/Secom

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