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Quarta, 23 de junho de 2021
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Estado

Parnamirim inicia vacinação de pessoas com comorbidades a partir dos 50 anos

Ponto de drive-thru montado no Parque Aristófanes Fernandes atende novo grupo neste sábado (8).

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Parnamirim deu início neste sábado (8), no ponto de drive-thru montado no Parque Aristófanes Fernandes, à vacinação para as pessoas com cormorbidades a partir dos 50 anos. A prefeitura do município da Grande Natal também continua a aplicação da primeira dose do imunizante de Oxford/AstraZeneca para o grupo dos idosos a partir dos 60 anos.

A vacinação contra a Covid-19 contempla ainda pessoas com síndrome de Down; gestantes e puérperas com comorbidades e ainda as pessoas com doenças renais crônicas em terapia de substituição renal - todos na faixa etária a partir dos 18 anos.

O drive-thru no Parque Aristófanes Fernandes fica aberto até as 14h deste sábado.

As comorbidades listadas são: Diabetes Mellitus; Hipertensão arterial (HA) estágio 3, HA estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidades; Hipertensão resistente; Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); Insuficiência renal; Doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de médula óssea; Anemia falciforme; Obesidade grau 3 (IMC maior ou igual a 40); Demais indivíduos imunossuprimidos.

Para as pessoas com comorbidades será exigida, além da documentação básica, a apresentação de laudo médico contendo a descrição da comorbidade com CID, especificando o tipo de medicamento o qual o paciente faz uso e CRM médico com validade de 6 meses, mais o exame médico. O laudo médico e o exame precisarão ser inseridos antecipadamente na plataforma do RN+Vacina.

No caso da puérpera, também é necessário declaração de nascido vivo ou certidão de nascimento da criança. As pessoas com deficiência permanente precisam apenas comprovação através do cadastro do BPC. No caso de síndrome de Down, basta o laudo médico ou algum documento comprobatório que pode ser cartões de gratuidade no transporte público; documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas; documento de identidade com indicação da deficiência ou outro documento oficial que comprove a síndrome.

 

Aviso: Esse conteúdo não reflete a opinião do nosso portal e a sua fonte é g1.globo.com/rn

Créditos: As fotos e vídeos contidos nesta matéria é de inteira e total responsabilidade de Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

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